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As leguminosas da Amazônia brasileira: lista prévia Acta Botanica
Silva,Marlene Freitas da; Carreira,Léa Mª Medeiros; Tavares,Aldaléa Sprada; Ribeiro,Ilze Coelho; Jardim,Mário Augusto G; Lobo,Mª da Graça Albuquerque; Oliveira,Jorge.
Um levantamento das Leguminosas da Amazônia brasileira foi feito nos principais herbários da região (INPA, IAN e MG). Um total de 1241 espécies e 310 táxones infraespecíficos (subespécie, variedade e forma) e 146 gêneros foi registrado para as três subfamilias: Caesalpinioideae (48 gêneros, 475 espécies, 22 subespécies e 175 variedades); Mimosoideae (23 gêneros, 288 espécies 3 subespécies e 18 variedades); Papilionoideae (75 gêneros, 478 espécies, 2 subespécies, 84 variedades e 6 formas). As categorias taxonómicas encontradas e as ocorrências registradas nos Estados e Territórios da Amazônia brasileira, sào mostradas em tabelas e localizadas em um mapa geográfico da região.
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Leguminosas; Amazônia brasileira; Fitogeografia; Lista sinóptica.
Ano: 1988 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33061988000300017
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ASPECTOS ECOLÓGICOS DA VEGETAÇÃO RUPESTRE DA SERRA DOS CARAJÁS, ESTADO DO PARÁ, BRASIL Acta Amazonica
SILVA,Manoela F. F. da; SECCO,Ricardo de S; LOBO,Maria da Graça A.
São fornecidos aspectos ecológicos gerais da vegetação "rupestre" da Serra dos Carajás, envolvendo informações sobre composição floristica, associação solo/planta, fauna/planta e distribuição geográfica das espécies. Nesta vegetação foi registrado um total de 232 espécies, a maioria ervas, distribuídas em 145 gêneros e 58 famílias botânicas. As duas famílias mais bem representadas foram Gramineae e Leguminosae, seguidas de Cyperaceae, Myrtaceae, Rubiaceae, Malpighiaceae, Euphorbiaceae e Compositae. Algumas famílias apresentam espécies arbóreas esporadicamente representadas em "capões de árvores" ou isoladas como Anacardiaceae, Rutaceae, Sapotaceae e Vochysiaceae. Há famílias de ocorrência restrita em locais onde há acumulo de água, como Begoniaceae,...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Savana Tropical; Fitossociologia; Fitogeografia; Vegetação rupestre; Amazônia.
Ano: 1996 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0044-59671996000200017
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Aspectos fitogeográficos das espécies de Crotalaria L. (Leguminosae, Faboideae) na Região Sul do Brasil Acta Botanica
Flores,Andréia Silva; Miotto,Silvia Teresinha Sfoggia.
São discutidos aspectos fitogeográficos de Crotalaria L. (Leguminosae) na Região Sul do Brasil. O gênero possui distribuição pantropical, sendo que no sul do Brasil apresenta nove espécies nativas e sete introduzidas. As espécies nativas de Crotalaria ocorrem nas províncias biogeográficas Paranaense, Atlântica e Pampeana. A distribuição geográfica das espécies do gênero ao longo dos três Estados da região mostra um gradiente latitudinal de diversidade florística decrescente do Paraná para o Rio Grande do Sul. A região no Paraná compreendida entre 49º50º W e 24º-26º S é a que apresenta a maior diversidade de espécies.
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Fitogeografia; Crotalaria; Sul do Brasil.
Ano: 2005 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33062005000200006
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Caracterização e classificação de solos sob populações naturais de erva-mate (Ilex paraguariensis St. Hill.) no Centro-Sul brasileiro. Repositório Alice
BOGNOLA, H. B.; BOGNOLA, I. A.; SOARES, M. T. S.; MATOS, M. de F. da S.; WREGE, M. S.; AGUIAR, A. V. de.
Neste trabalho, procurou-se compreender quais fatores do solo e de relevo condicionam a ocorrência de erva mate (Ilex paraguariensis St. Hill.) em seus ambientes naturais, a fim de auxiliar na definição de estratégias voltadas à conservação e manejo. De outubro de 2015 a novembro 2016 foram selecionadas árvores de ervamate em populações nativas de quatro diferentes localidades no centro-sul brasileiro. Nesses locais, indivíduos da espécie foram amostrados e georreferenciados (latitude, longitude, altitude), o relevo e o solo foram caracterizados e classificados, o que permitiu uma avaliação preliminar do meio físico. Verificou-se ampla variabilidade ambiental nas áreas de ocorrência das populações naturais avaliadas, distribuídas em ao menos treze classes...
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Palavras-chave: Fitogeografia; Conservação genética; Ilex paraguariensis; Solo florestal; Biogeografia; Pedologia.
Ano: 2017 URL: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1076205
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Caracterização florística e estrutural de remanescentes florestais de Quedas do Iguaçu, Sudoeste do Paraná Biota Neotropica
Viani,Ricardo Augusto Gorne; Costa,Julio César; Rozza,Adriana de Fátima; Bufo,Luis Vicente Brandolise; Ferreira,Marcelo Antonio Pinho; Oliveira,Ana Cláudia Pereira de.
O sudoeste paranaense localiza-se na transição entre a Floresta Estacional Semidecidual (FES) e a Floresta Ombrófila Mista (FOM), numa região de grande relevância ecológica, por conter duas importantes formações florestais do sul-sudeste brasileiro. Entretanto, essa mesma região é marcada pela escassez de levantamentos florísticos e de caracterização da vegetação. Nesse trabalho é feita a caracterização florística e estrutural de três áreas de vegetação nativa, localizadas em Quedas do Iguaçu, sudoeste do Paraná, na bacia do rio Iguaçu. Além disso, foi feita a caracterização fitogeográfica das florestas estudadas, com base nos dados coletados e na listagem de espécies amostradas em outras 52 áreas de FES ou FOM do Brasil. Em cada uma das três áreas...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Floresta Estacional; Mata de Araucária; Flora; Fitogeografia; Mata Atlântica.
Ano: 2011 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-06032011000100011
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Classificação fitogeográfica das florestas do Alto Rio Xingu Acta Amazonica
Ivanauskas,Natália Macedo; Monteiro,Reinaldo; Rodrigues,Ricardo Ribeiro.
Este trabalho propõe a inclusão da categoria Floresta Estacional Perenifólia no sistema oficial de classificação da vegetação brasileira, devido às particularidades florísticas e fisionômicas da floresta da borda sul-amazônica, que atinge maior amplitude geográfica na região do Alto Rio Xingu. Para justificar essa inclusão são apresentadas as características ambientais (clima, solo, hidrologia) e diferenças fisionômicas e florísticas entre as florestas do Alto Xingu e demais florestas ombrófilas da Bacia do Amazonas e estacionais do Planalto Central.
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Amazônia; Floresta tropical; Fitogeografia.
Ano: 2008 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0044-59672008000300003
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Comparação da vegetação arbustivo-arbórea de uma área de cerrado rupestre na Chapada dos Veadeiros, Goiás, e áreas de cerrado sentido restrito do Bioma Cerrado Rev. Bras. Bot.
Lenza,Eddie; Pinto,José Roberto Rodrigues; Pinto,Alexandre de Siqueira; Maracahipes,Leandro; Bruziguessi,Elisa Pereira.
Foram determinadas a composição florística e a estrutura da vegetação arbustivo-arbórea, incluindo monocotiledôneas, em uma comunidade de cerrado rupestre, no município Alto Paraíso de Goiás, Goiás. Os objetivos desse estudo foram: 1. Comparar os aspectos florísticos e estruturais da área estudada com aqueles de outros 14 estudos com comunidades arbustivo-arbóreas, com e sem a presença de monocotiledôneas, 2. Avaliar os padrões fitogeográficos das 15 áreas comparadas. Foram amostradas 71 espécies, sendo cinco espécies de monocotiledôneas (três Velloziaceae e duas Arecaceae). Considerando as monocotiledôneas, a comunidade inventariada foi a mais densa (1.977 indivíduos ha-1) e apresentou a segunda maior área basal (11,25/ m²/ ha-1), entre as áreas...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Afloramentos rochosos; Conservação; Especialistas de habitat; Fitogeografia.
Ano: 2011 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-84042011000300002
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Composição florística do componente arbóreo e afinidade fitogeográfica de uma floresta semidecídua em Nova Lima, MG Rev. Bras. Bot.
Werneck,Márcio de Souza; Rezende,Saulo Garcia; Brina,Ana Elisa; Franceschinelli,Edivani Villaron.
O Município de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG), encontra-se no contato entre os domínios do Cerrado e da Mata Atlântica, que são dois hotspots de biodiversidade. Uma amostragem florística foi realizada em uma floresta semidecídua (20°00' S e 43°55' W) com o objetivo de avaliar sua relação com outras florestas semidecíduas e ombrófilas presentes em ambos os domínios a avaliar sua afinidade fitogeográfica. A região estudada encontra-se sob alta pressão antrópica devido à expansão urbana. A amostragem florística foi baseada na coleta de todos os indivíduos lenhosos presentes fora e dentro de 44 parcelas retangulares de 20 × 5 metros. A floresta estudada foi comparada com outras presentes no Distrito Federal e dos Estados de Minas...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Cerrado; Fitogeografia; Florestas semidecíduas; Florística; Mata atlântica.
Ano: 2010 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-84042010000400004
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Composição florística e fitofisionomia de remanescentes disjuntos de Cerrado nos Campos Gerais, PR, Brasil - limite austral do bioma Biota Neotropica
Ritter,Lia Maris Orth; Ribeiro,Milton Cezar; Moro,Rosemeri Segecin.
O cerrado possui seu limite austral de ocorrência nos Campos Gerais do Paraná onde, na forma de pequenos fragmentos disjuntos, tem grande afinidade com as formações savânicas de São Paulo e do Planalto Central do Brasil. Encontra-se, na sua maior parte, em propriedades particulares, sob forte pressão da agropecuária, tendo sido até então pouco estudado. Foram realizadas análises florísticas e fitofisionômicas de 30 remanescentes de cerrado em seis municípios, com determinação de um total de 1.782 táxons. Asteraceae foi a família com maior riqueza de espécies (256), seguida por Fabaceae (207), Poaceae (183), Myrtaceae (72) e Melastomataceae (54). Encontrou-se um gradiente latitudinal e geomorfológico na distribuição das fisionomias: cerrado stricto sensu...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Cerrado; Campos Gerais; Fitogeografia.
Ano: 2010 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-06032010000300034
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Considerações taxonômicas no gênero Stryphnodendron Mart. (Leguminosae-Mimosoideae) e distribuição geográfica das espécies Acta Botanica
Occhioni,Elena Maria de Lamare.
No presente trabalho são tratadas as modificações taxonómicas ocorridas no gênero Stryphnodendron Mart. ao longo de sua revisão nomenclatural, sendo também caracterizado por grupos, de acordo com a fitogeografia e o hábito de seus taxa.
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Stryphnodendron; Taxonomía; Fitogeografia.
Ano: 1990 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33061990000300015
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Diversidade arbórea das florestas alto montanas no Sul da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil Acta Botanica
Nascimento,Francisco Haroldo Feitosa do; Giulietti,Ana Maria; Queiroz,Luciano Paganucci de.
A região do extremo Sul da Chapada Diamantina abriga as maiores altitudes do Nordeste brasileiro. Situam-se nessas serras as maiores elevações da região Nordeste, entre elas, o Pico do Barbado (2.033 m.s.n.m.). Dois dos rios mais importantes da Bahia nascem nestas serras: o Rio de Contas e o Rio Paramirim. A região é bem conhecida botanicamente, porém, este foi o primeiro inventário quantitativo realizado enfocando as formações florestais. Comparou-se a composição florística de 12 fragmentos de floresta montana, entre 1.350 e 1.750 m.s.n.m., tendo sido amostrados os indivíduos com PAP> 8 cm. Registrou-se a presença de 116 espécies em 84 gêneros de 48 famílias. As famílias com maior número de espécies foram Myrtaceae (N=20) e Lauraceae (N=10). Os gêneros...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Diversidade arbórea; Floresta alto-montana; Chapada Diamantina; Fitogeografia.
Ano: 2010 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33062010000300011
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Diversidade de Leguminosae em uma área de savana do estado de Roraima, Brasil Acta Botanica
Flores,Andréia Silva; Rodrigues,Rodrigo Schütz.
Leguminosae é considerada a família mais diversa nas savanas de Roraima, que são as maiores áreas de savana da Amazônia brasileira. Este trabalho tem como objetivos fornecer uma listagem florística e analisar os padrões de distribuição geográfica dos táxons de Leguminosae encontrados em uma área de savana em Boa Vista, Roraima (02º52´07´´N; 60º43´03´´W). Foram registrados 80 táxons distribuídos em 38 gêneros. Seis táxons são novos registros para a flora de Roraima. Os gêneros que apresentaram o maior número de espécies foram Aeschynomene e Chamaecrista, cada um com sete espécies. Leguminosae-Papilionoideae foi a subfamília mais diversa em número de gêneros (24) e de táxons infragenéricos (53). A análise da distribuição geográfica revelou a predominância de...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Fitogeografia; Guayana; Levantamento florístico; Leguminosae.
Ano: 2010 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33062010000100017
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Estádio sucessional e fatores geográficos como determinantes da similaridade florística entre comunidades florestais no Planalto Atlântico, Estado de São Paulo, Brasil Acta Botanica
Durigan,Giselda; Bernacci,Luís Carlos; Franco,Geraldo Antonio Daher Correa; Arbocz,Géza de Faria; Metzger,Jean Paul; Catharino,Eduardo Luís Martins.
A análise das relações de similaridade florística entre comunidades geralmente conduz ao estabelecimento de padrões, condicionados por fatores diversos que determinam a ocorrência ou não das espécies em diferentes locais. Em busca de tais padrões, foram analisadas as relações de similaridade florística entre comunidades florestais localizadas na região do Planalto de Ibiúna, estado de São Paulo, Brasil. Incluíram-se na análise 21 fragmentos florestais e seis sítios em uma Reserva Florestal contínua, sendo que a composição florística e a estrutura da comunidade arbórea (DAP mínimo 5 cm) em cada local foram amostradas pelo método de quadrantes. Aplicaram-se dois métodos de análises multivariadas: 1) Análise de Correspondência Destendenciada (DCA), com base...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Análises multivariadas; Ecótono; Fitogeografia; Mata Atlântica; Sucessão secundária.
Ano: 2008 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33062008000100007
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Estrutura do componente arbóreo de uma floresta estacional na Serra do Sudeste, Rio Grande do Sul, Brasil Rev. Bras. Bot.
Jurinitz,Cristiane F.; Jarenkow,João A..
A cobertura florestal no Rio Grande do Sul encontra-se fortemente reduzida e fragmentada e, na Serra do Sudeste, particularmente, muito pouco se sabe sobre a estrutura de suas florestas. A localização de um remanescente de floresta primária nas encostas orientais permitiu a realização de um levantamento fitossociológico com o objetivo de descrever a estrutura do componente arbóreo e estabelecer relações com outras florestas estacionais. Foram amostradas todas as árvores com DAP > 5 cm em uma área de 1 ha, subdividida em 100 parcelas de 10 × 10 m. Foram registrados 2.236 indivíduos, pertencentes a 69 espécies, 55 gêneros e 34 famílias. As famílias que sobressaíram em riqueza foram Myrtaceae, Lauraceae e Euphorbiaceae. A pequena contribuição de Fabaceae...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/review Palavras-chave: Diversidade arbórea; Fitogeografia; Fitossociologia; Floresta estacional; Sul do Brasil.
Ano: 2003 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-84042003000400006
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Fisionomia e composição da vegetação florestal na Serra do Cipó, MG, Brasil Acta Botanica
Santos,Matheus Fortes; Serafim,Herbert; Sano,Paulo Takeo.
A flora da Serra do Cipó tem sido extensamente pesquisada, especialmente a partir do início do projeto "Flora da Serra do Cipó", coordenada pelo Departamento de Botânica da Universidade de São Paulo. Entretanto, até o momento as coletas concentraram-se à oeste da Serra. Os objetivos deste trabalho são discutir os padrões de fitofisionomia e composição da flora arbórea da Serra do Cipó, analisar a contribuição da flora da porção leste ao corpo de conhecimento florístico da Serra do Cipó e discutir a classificação da porção leste com relação aos domínios fitogeográficos da Mata Atlântica e do Cerrado. Foram computadas as espécies levantadas por um estudo anterior na porção leste da Serra, bem como aquelas levantadas pelo projeto "Flora da Serra do Cipó",...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Cadeia do Espinhaço; Fitogeografia; Florística; Mata Atlântica.
Ano: 2011 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33062011000400007
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Fitogeo - um banco de dados aplicado à fitogeografia Acta Amazonica
SCUDELLER,Veridiana Vizoni; MARTINS,Fernando Roberto.
Análises comparativas vêm sendo cada vez mais utilizadas para definir e relacionar os tipos de vegetação existentes no Brasil. Para tanto, cada pesquisador vem montando seu próprio banco de dados, usualmente elaborando um sistema com uma finalidade imediata e descartado ao término do projeto ou pesquisa. Essa prática leva ao desperdício de tempo, esforço, dinheiro e, principalmente, informação. Então, um sistema de banco de dados específico para armazenar e gerenciar informações advindas de levantamentos florísticos e, ou, fitossociológicos poderia padronizar, estruturar logicamente, evitar ou eliminar sobreposição de esforços, reduzir os custos e também promover oportunidade para que cientistas de diversas áreas compartilhem informações. Com esses...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Banco de dados; FITOGEO; Metadados; Integração de dados; Fitogeografia.
Ano: 2003 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0044-59672003000100009
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Florestas estacionais e áreas de ecótono no estado do Tocantins, Brasil: parâmetros estruturais, classificação das fitofisionomias florestais e subsídios para conservação Acta Amazonica
Haidar,Ricardo Flores; Fagg,Jeanine Maria Felfili; Pinto,José Roberto Rodrigues; Dias,Ricardo Ribeiro; Damasco,Gabriel; Silva,Lucas de Carvalho Ramos; Fagg,Christopher William.
O objetivo deste estudo foi descrever a riqueza, estrutura e diversidade de espécies arbóreas em áreas de Floresta Estacional e ecótono (Floresta Estacional/Floresta Ombrófila) no estado do Tocantins, buscando subsídios para a conservação, manejo florestal, compensação de reserva legal e recuperação ambiental, além de discutir as identidades fitogeográficas em comparação com outras florestas do Brasil. Em 18 bacias hidrográficas, conduziu-se amostragem da vegetação arbórea (DAP > 5 cm) de 22 áreas (amostras) por meio do inventário de 477 parcelas de 400 m². Foram elaboradas análises de classificação pelo método TWINSPAN, em duas escalas distintas. A primeira avaliou a diversidade beta entre as parcelas amostradas no estado do Tocantins e a segunda...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Diversidade beta; Fitogeografia; Tensão Ecológica; Cerrado; Amazônia.
Ano: 2013 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0044-59672013000300003
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Florestas estacionais no Pantanal, considerações florísticas e subsídios para conservação. Repositório Alice
DAMASCENO JUNIOR, G. A.; POTT, A.; POTT, V. J.; SILVA, J. dos S. V. da..
Foi feita uma atualização do conhecimento sobre Florestas Estacionais no Pantanal, em grande parte baseado em dados dos Projetos PROBIO-Pantanal e GeoMS. É apresentado um mapa com as principais manchas de florestas e contatos florísticos, baseado em imagens de satélite e uma tabela comparativa, com 60 espécies. No Pantanal ocorrem poucas áreas grandes de Florestas Estacionais: Matas do Cedro, do Fuzil, do Bebe (RPPN do SESC) e do Soldado, e outras menores espalhadas tais como os capões do Abobral e SE da Nhecolândia, cordilheiras no Sul de Poconé, Aquidauana, Miranda, Nabileque e Porto Murtinho, total estimado de 6.256,4 km2. A maioria das áreas encontra-se no norte do Pantanal nas Bacias dos rios Cuiabá, São Lourenço e Paraguai; no sul apenas o baixo...
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Palavras-chave: Fitogeografia; Flora; Mata seca; Vegetação; Florestas estacionais tropicais; GeoMS; Neotropical forest; Phytogeography; Vegetation.
Ano: 2009 URL: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/630902
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Florística e fitossociologia do componente arbóreo de uma floresta ribeirinha, arroio Passo das Tropas, Santa Maria, RS, Brasil Acta Botanica
Budke,Jean Carlos; Giehl,Eduardo Luis Hettwer; Athayde,Eduardo Anversa; Eisinger,Sônia Maria; Záchia,Renato Aquino.
Florestas ribeirinhas são caracterizadas por alta heterogeneidade ambiental, onde diferentes fatores físicos e bióticos regulam o mosaico vegetacional. Embora sejam áreas prioritárias à conservação, devido a sua fragilidade e importância, poucos estudos vêm sendo desenvolvidos nestes ambientes, em especial no Rio Grande do Sul. O objetivo do presente estudo é caracterizar a composição florística e a estrutura fitossociológica de um trecho de floresta ribeirinha em Santa Maria, RS. Para o levantamento, foram demarcadas 100 parcelas de 10x10m cada, dispostas paralelamente ao curso do rio, onde todos os indivíduos arbóreos PAP > 15cm foram amostrados. Foram amostrados 2.195 indivíduos vivos e mais 137 mortos ainda em pé. Os indivíduos vivos pertencem a 57...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Estrutura da comunidade; Florestas ribeirinhas; Fitogeografia; Rota de migração de plantas.
Ano: 2004 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33062004000300016
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Influência da flora das florestas Amazônica e Atlântica na vegetação do cerrado sensu stricto Rev. Bras. Bot.
Méio,Beatriz B.; Freitas,Cristiane V.; Jatobá,Leuseroberta; Silva,Mario E. F.; Ribeiro,José F.; Henriques,Raimundo P. B..
A contribuição das floras Atlântica e Amazônica foi analisada em doze localidades no bioma do cerrado. Um total de 290 espécies de arbustos e árvores foram registradas nas localidades de cerrado. Deste total 41,1% ocorreram apenas no cerrado, sendo provavelmente endêmicas e 58,9% ocorreram nas florestas Atlântica e Amazônica. Para as espécies não endêmicas, a contribuição da floresta Atlântica foi maior (44,8%) do que a da floresta Amazônica (1,4%), com as 12,7% de espécies restantes ocorrendo nos dois biomas florestais. A proporção de espécies com centro de distribuição na floresta Atlântica e Amazônica mostraram um pequeno decréscimo em direção ao centro do bioma do cerrado. Para o primeiro, a distância explicou apenas 30% da variação na proporção de...
Tipo: Info:eu-repo/semantics/article Palavras-chave: Cerrado; Floresta Amazônica; Floresta Atlântica; Fitogeografia; Padrões de distribuição.
Ano: 2003 URL: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-84042003000400002
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