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Provedor de dados:  Repositório Alice
País:  Brazil
Título:  Controle da podridão de raiz (Pythium Aphanidermatum) e promoção de crescimento em alface hidropônica.
Autores:  CORREA, E. B.
Data:  2015-08-18
Ano:  2006
Palavras-chave:  Controle biológico
Alface
Doença fungica
Pythium Aphanidermatum
Resumo:  Devido às características do sistema hidropônico, a podridão de raiz causada por Pythium é limitante para a cultura, não existindo fungicidas registrados para esse patossistema e as técnicas de controle disponíveis apresentam alto custo e baixa eficiência. Além disso, por ser um sistema de alto custo, é importante incrementar o crescimento das plantas. Assim, o presente trabalho teve por objetivo estudar a capacidade de agentes de controle biológico (Trichoderma sp., Clonostachys rosea, Bacillus subtilis, Paenibacillus lentimorbus e Saccharomyces cerevisiae) e dos produtos P.S.B® Solan, Polyversum® e fermentado de peixe (Fishfértil®) em controlarem a podridão de raiz causada por Pythium aphanidermatum e promoverem o crescimento de plantas de alface cultivadas em sistema hidropônico. C. rosea, Trichoderma sp., P. lentimorbus, S. cerevisiae, Polyversum®, P.S.B® e fermentado de peixe não promoveram o crescimento de plantas de alface cultivadas em sistema hidropônico. As concentrações de 107 conídios/mL de Trichoderma sp., 10% do meio de cultura fermentado por B. subtilis ou não fermentado pelas bactérias, 250, 500 e 1000g/50L de solução nutritiva do fermento biológico Itaiquara (S. cerevisiae) e 100, 150 e 250mL/100L de fermentado de peixe (Fishfértil®) foram prejudiciais ao desenvolvimento das plantas. Meio de cultura fermentado por B. subtilis na concentração de 1% promoveu o crescimento de plantas de alface. C. rosea controlou a podridão de raiz causada por P. aphanidermatum em plantas de alface cultivada em sistema hidropônico e diminuiu a porcentagem de recuperação de P. aphanidermatum nas raízes das plantas em 29% e 43%, nos tratamentos com C. rosea aplicado três dias antes e no momento da infestação com o patógeno e três dias antes, no momento e três dias após a infestação dos tanques com o patógeno, respectivamente.

2006

Mestrado em Agronomia, Área de Concentração em Fitopatologia, Universidade Federal de Lavras, Lavras. Orientador: Wagner Bettiol (Embrapa Meio Ambiente).
Tipo:  Tese/dissertação (ALICE)
Idioma:  Português
Identificador:  14377

http://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/1022146

http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128117/1/2006TS-003.pdf
Editor:  2006
Relação:  Embrapa Meio Ambiente - Tese/dissertação (ALICE)
Formato:  93 p.
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