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Alternaria spp: detecção e avaliação do potencial toxígeno em tomate pós-colheita. Infoteca-e
FREITAS-SILVA, O.; OLIVEIRA, E. M. M.; FARIAS, A. X. de; SOUZA, M. de L. M. de..
Introdução. Micotoxinas: aspectos gerais. Micotoxicoses. Gênero Alternaria. Micotoxinas produzidas por Alternaria Alternata. Características das principais toxinas de Alternaria. Detecção das micotoxinas de Alternaria. Referências bibliográficas.
Tipo: Documentos (INFOTECA-E) Palavras-chave: Tomate; Micotoxina; Alternaria alternata.
Ano: 2005 URL: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/416410
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Análise de contaminante em suco de maçã: quantificação de patulina por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE/UV-DAD). Infoteca-e
CASTRO, I. M. de; SOUSA, D. B. de; TEIXEIRA, A. da S.; ANJOS, M. R. dos; SOUZA, M. de L. M. de..
A patulina (PAT) é uma micotoxina produzida por algumas espécies de fungos do gênero Penicillium que podem infectar maçãs e peras, assim como seus derivados. O método de análise por CLAE/UV-DAD utilizado neste estudo demonstrou ser adequado para quantificação de patulina (faixa de trabalho, 0,1 a 2,0 µg/mL) na matriz suco de maçã, com boa resolução entre os picos de PAT e do interferente HMF. Dentre as 11 amostras analisadas, obtidas no mercado varejista do município do Rio de Janeiro, apenas duas apresentaram contaminação por PAT entre 9 e 13 µg/kg, ainda abaixo do limite máximo permitido no Brasil, de 50 µg/kg de patulina para suco e polpa de maçã.
Tipo: Comunicado Técnico (INFOTECA-E) Palavras-chave: Micotoxina; Patulina; Cromatografia Líquida de Alta Eficiência e HPLC.; Suco de maçã.
Ano: 2014 URL: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/983152
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Contaminante em vinho: análise de ocratoxina A por cromatografia líquida de ultraeficiência e espectrometria de massas sequencial (UPLC®-MS/MS). Infoteca-e
CASTRO, I. M. de; TEIXEIRA, A. da S.; FREITAS, R. C. de; NASCIMENTO, R. de S.; SOUZA, M. de L. M. de..
A ocratoxina A (OTA) é uma micotoxina carcinogênica e mutagênica que pode ser encontrada em uvas e vinho principalmente quando contaminados com Aspergillus carbonarius. A incidência de ocratoxina A nas amostras de vinho foi verificada usando uma metodologia baseada no método AOAC Official Method 2001.01, com quantificação por Cromatografia Líquida de Ultraeficiência CLUE/EM/EM. Dentre as 25 amostras de vinho avaliadas, a concentração média de OTA foi de 0,115 µg/kg e variaram na faixa de 0,059 - 0,455 µg/kg, todas estão abaixo do limite máximo tolerado recomendado pela legislação brasileira vigente (2 µg/kg para ocratoxina A em vinho).
Tipo: Comunicado Técnico (INFOTECA-E) Palavras-chave: Micotoxina; Ocratoxina A; Cromatografia Líquida de Ultraeficiência e Espectrometria de Massas Sequencial (CLUE/EM/EM); Vinho; Ocratoxina; Cromatografia; Espectrometria.
Ano: 2014 URL: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/handle/doc/982927
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