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Provedor de dados:  Repositório Alice
País:  Brazil
Título:  Doses de nitrogênio e potássio no crescimento de macaxeira CV. 'Venâncio', irrigada e em sucessão a cultura do melão.
Autores:  SILVA, J. da
DANTAS, R. de P.
PRATA, R. C.
MORAIS, D. A. F. de
SILVA, J. R. da
TORRES, J. F.
Data:  2016-02-25
Ano:  2015
Palavras-chave:  Melão
Resumo:  A resposta de crescimento e produção da mandioca em sucessão com culturas anuais que utilizam alta tecnologia, em especial na correção da fertilidade do solo, tem sido pouco considerada em relação aos efeitos residuais. O trabalho teve o objetivo de avaliar o crescimento de plantas de macaxeira cv. Venâncio em sucessão a cultura do melão. O trabalho foi realizado na Faz. Mata Fresca, da empresa agrícola Mata Fresca Ltda., a 50 km do município de Mossoró, RN, com irrigação. Utilizou-se seis doses (0, 20, 40, 60, 80 e 100 kg/ha) de nitrogênio (N, na forma de ureia) e de potássio (K2O, na forma de cloreto de potássio). Quando se aplicou as doses de N, as referidas parcelas receberam 40 kg/ha de K2O e nas parcelas que receberam as doses de potássio também se aplicou 40 kg/ha de N. O tratamento testemunha foi considerado as parcelas sem aplicação de N e K. O delineamento foi de blocos casualizados, com quatro repetições. Todas as parcelas receberam 60 kg/ha de fósforo, na forma de superfosfato simples, com aplicação na cova de plantio. O plantio foi realizado em 30/12/2014, no espaçamento de 1,60 cm x 0,50 cm, sendo cada parcela constituída por 15 plantas úteis. A aplicação de nitrogênio e potássio ocorreu sem fracionamento, aos 45 dias após a brotação das hastes, sendo que, a partir de 30 dias após a aplicação iniciou-se as avaliações mensais (3º, 4º, 5º e 6º mês de idade das plantas) de diâmetro da haste e altura das plantas. Os dados foram submetidos a análise de variância, teste de médias (Scott-Knott) e regressão, a 5% de probabilidade. Não houve diferença significativa entre as doses. O solo tipo Latossolo arenoso (alta lixiviação), o efeito residual da adubação da cultura anterior e o não fracionamento das doses pode ter contribuído para a igualdade entre os tratamentos. Os diâmetros das hastes variaram de 2,6 a 2,8 cm e as alturas das plantas de 171 a 179 cm. As taxas em ganho de crescimento entre as idades de avaliação das plantas foram de 37, 14 e 8% para o diâmetro do caule e de 99, 40 e 25% para a altura das plantas.

2015
Tipo:  Artigo em anais de congresso (ALICE)
Idioma:  Português
Identificador:  31451

http://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/1038560

http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/140091/1/00162.pdf
Editor:  In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 16.; CONGRESSO LATINO-AMERICANO E CARIBENHO DE MANDIOCA, 2015, Foz do Iguaçu. Integração: segurança alimentar e geração de renda: anais. Foz do Iguaçu: SBM, 2015. 1 CD-ROM.
Relação:  Embrapa Mandioca e Fruticultura - Artigo em anais de congresso (ALICE)
Formato:  4p.
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