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| Rüncos, L. H. E.; Braga, K. F.; Ribeiro, S. S.; Monti, F. S.; Chi, K. D.; Farias, M. R.. |
| A esporotricose é uma zoonose de etiologia micótica, causada pelo Sporothix spp. e pode ser transmitida por inoculação traumática por meio de arranhadura, mordedura ou material secretório de animais contaminados. A doença tem maior incidência em clima tropical e no Brasil, na atualidade, o estado com maior número de casos relatados é o Rio de Janeiro. No sul do Brasil parece haver menor incidência da doença, porém há escassez de publicações sobre os aspectos epidemiológicos nessa região. Este trabalho descreve os aspectos epidemiológicos da esporotricose felina no município de Curitiba, estado do Paraná, Brasil. Os gatos foram atendidos na Clínica Veterinária Escola da Pontifícia Universidade Católica do Paraná e encaminhados pela Unidade de Vigilância e... |
| Tipo: Info:eu-repo/semantics/article |
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| Ano: 2017 |
URL: http://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/37692 |
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| Cerdeiro, A. P. S.; Farias, M. R.; Ferreira, A. A.; Dittrich, G.; Luz, M. T.; Castro, J. L. C.; Chi, K. D.. |
| A nocardiose é uma dermatopatia infecciosa, crônica, incomum, causada por actinomicetos gram-positivas do gênero Nocardia spp encontradas no solo, matéria orgânica vegetal e água, e a infecção decorre de implantes traumáticos, contaminação de feridas ou inalação. Relata-se o caso de um gato, macho, mestiço, adulto, com histórico de caquexia, dispneia inspiratória e lesões tegumentares. Ao exame clínico foram observadas úlceras e seios drenantes, encimadas por crostas hemato-melicéricas e com exsudato com múltiplos grânulos branco-amarelados, em região lombo-sacral e lateral dos membros pélvicos. O exame citopatológico do exsudato revelou inflamação piogranulomatosa e bactérias filamentosas. O exame dermatopatológico demonstrou piogranuloma difuso na derme... |
| Tipo: Info:eu-repo/semantics/article |
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| Ano: 2016 |
URL: http://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/28884 |
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| Sgarbossa, R. S.; Farias, M. R.; Pacheco, B. D.; Sechi, G. V.; Monti, F. S.. |
| Demodiciose é uma dermatopatia parasitária, crônica, comum em cães e decorre da proliferação excessiva de ácaros do gênero Demodex sp. na unidade pilosebácea, principalmente o Demodex canis. Entretanto, infecções por um ácaro de corpo longo, o Demodex injai (DI), têm sido incomumente descritas. Este estudo descreve os aspectos epidemiológicos, clínicos e terapêuticos de oito cães com demodiciose por DI, atendidos entre 2006 a 2014. Todos os animais incluídos no trabalho tiveram diagnóstico estabelecido por raspados de pele, seguido à observação microscópica do ácaro sob objetiva de 10, o qual demonstrava corpo longo e afilado. Em dois cães com otite, o exame parasitológico do cerúmen subsidiou o diagnóstico. O exame histopatológico foi realizado em três... |
| Tipo: Info:eu-repo/semantics/article |
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| Ano: 2016 |
URL: http://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/28865 |
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| Paulo, M. R.; Cerdeiro, A. P. S.; Farias, M. R.; Pacheco, B. D.; Secchi, G. V.; Duarte, G.. |
| Pênfigo foliáceo é uma dermatopatia autoimune, caracterizada, em cães, pela presença de auto-anticorpos contra desmocolina I desmossomal, o que conduz à acantólise e formação de pústulas subcorneais ou intragranulares. Casos de pênfigo induzidos por fármacos (PFF) têm sido descritos no homem, porém são incomuns em animais. Os fármacos comumente associados ao pênfigo foliáceo são aqueles contendo grupos tióis ou enxofre em sua molécula, que sofrem transformação metabólica e são capazes de se ligar às moléculas de adesão e causar modificação antigênica, estimulando a produção de autoanticorpos. Relata-se assim o caso de quatro cães com PFF após o uso de cefalexina. Destes, três eram machos e um fêmea, a idade mediana foi de 5,1 anos, sendo um Sharpei, um... |
| Tipo: Info:eu-repo/semantics/article |
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| Ano: 2016 |
URL: http://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/28858 |
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