| A exposição crônica da pele de cães aos raios ultravioleta (UV) altera as funções e a morfologia dos ceratinóticos, influencia a produção local de citocinas, prejudica o reconhecimento e o processamento de antígenos, e promove danos diretos e indiretos ao DNA celular. Como resultado, pode haver o desenvolvimento da ceratose actínica (CA), considerada por como uma lesão pré-neoplásica, que pode evoluir para o carcinoma de células escamosas (CCE), com ausência de diferença patobiológica entre essas duas lesões. Os marcadores de prognóstico, avaliados por imunohistoquímica, que podem auxiliar na determinação do prognóstico, como os anticorpos Fator de Crescimento do Endotélio Vascular (VEGF), Transportador de Glicose 1 (GLUT1) e Ki-67, têm sido relacionados... |