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| Sgarbossa, R. S.; Farias, M. R.; Pacheco, B. D.; Sechi, G. V.; Monti, F. S.. |
| Demodiciose é uma dermatopatia parasitária, crônica, comum em cães e decorre da proliferação excessiva de ácaros do gênero Demodex sp. na unidade pilosebácea, principalmente o Demodex canis. Entretanto, infecções por um ácaro de corpo longo, o Demodex injai (DI), têm sido incomumente descritas. Este estudo descreve os aspectos epidemiológicos, clínicos e terapêuticos de oito cães com demodiciose por DI, atendidos entre 2006 a 2014. Todos os animais incluídos no trabalho tiveram diagnóstico estabelecido por raspados de pele, seguido à observação microscópica do ácaro sob objetiva de 10, o qual demonstrava corpo longo e afilado. Em dois cães com otite, o exame parasitológico do cerúmen subsidiou o diagnóstico. O exame histopatológico foi realizado em três... |
| Tipo: Info:eu-repo/semantics/article |
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| Ano: 2016 |
URL: http://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/28865 |
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| Paulo, M. R.; Cerdeiro, A. P. S.; Farias, M. R.; Pacheco, B. D.; Secchi, G. V.; Duarte, G.. |
| Pênfigo foliáceo é uma dermatopatia autoimune, caracterizada, em cães, pela presença de auto-anticorpos contra desmocolina I desmossomal, o que conduz à acantólise e formação de pústulas subcorneais ou intragranulares. Casos de pênfigo induzidos por fármacos (PFF) têm sido descritos no homem, porém são incomuns em animais. Os fármacos comumente associados ao pênfigo foliáceo são aqueles contendo grupos tióis ou enxofre em sua molécula, que sofrem transformação metabólica e são capazes de se ligar às moléculas de adesão e causar modificação antigênica, estimulando a produção de autoanticorpos. Relata-se assim o caso de quatro cães com PFF após o uso de cefalexina. Destes, três eram machos e um fêmea, a idade mediana foi de 5,1 anos, sendo um Sharpei, um... |
| Tipo: Info:eu-repo/semantics/article |
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| Ano: 2016 |
URL: http://www.revistamvez-crmvsp.com.br/index.php/recmvz/article/view/28858 |
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